Análise: Company of Heroes 3
Cobertura dinâmica, campanha em mapa-múndi e combate combinado: o CoH 3 acerta no tático, mas tropeça em alguns pontos.
Company of Heroes 3 é, ao mesmo tempo, o CoH mais ambicioso e o mais familiar. A fórmula tática da série continua afiada, mas a embalagem ao redor dela é que define se a experiência brilha.
O que funciona
- Cobertura e verticalidade: destruir um prédio para abrir linha de tiro nunca foi tão satisfatório. O sistema de cobertura dinâmica continua sendo o coração do jogo.
- Campanha em mapa-múndi: a metacampanha na Itália traz decisões estratégicas entre as batalhas táticas, lembrando a estrutura de um Total War mais enxuto.
- Combate combinado: infantaria, blindados e artilharia se complementam de um jeito que premia posicionamento, não APM.
O que decepciona
- A IA da campanha às vezes hesita, e alguns objetivos pecam pela repetição.
- O multiplayer chegou sólido, mas faltam mapas no lançamento para o gosto da comunidade competitiva.
Veredito
Se você gosta de RTS tático em vez de macro frenético, o CoH 3 entrega. É um ótimo ponto de entrada para a série e um prato cheio para quem curte a Segunda Guerra com profundidade.
Nota: 8,5/10.
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